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Conheça a história do CIEM, uma escola que funcionou na década de 1960 e foi uma espécie de projeto-piloto para escolas de ensino médio em todo o Brasil. Além de ministrar conhecimentos teóricos, essa escola buscava transmitir aos alunos valores humanos e base socioemocional para uma vida com sucesso profissional e felicidade pessoal.

Livro de interesse histórico, cultural e humanístico sobre o Centro Integrado de Ensino Médio (CIEM), que foi uma espécie de projetopiloto para as transformações sugeridas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no século XXI no que se refere ao Ensino Médio. O livro relata os principais aspectos daquela escola, que – além das disciplinas convencionais – oferecia aos alunos atividades esportivas e culturais, bem como a possibilidade de desenvolver o seu autoconhecimento, por meio do que se chama hoje “competências socioemocionais”.

Tendo como um de seus lemas “Liberdade com responsabilidade”, o CIEM oferecia na década de 1960 práticas educativas vocacionais, que podem ser consideradas como precursoras dos cursos profissionalizantes e do Projeto de Vida, que é um dos fundamentos da BNCC.

 

Em 2018, 50 anos após terem estudado naquela escola, cerca de 200 pessoas se reuniram para recordarem os velhos tempos e enaltecer aquela experiência pedagógica que tanto marcou suas vidas. O texto como base pesquisas em arquivos públicos e particulares, bem como entrevistas e depoimentos de ex-alunos do CIEM.

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CIEM

Serão relatadas experiências afinadas com essa visão, especialmente a partir das formulações de pedagogos como Anísio Teixeira e outros. Uma delas é a Universidade de Brasília, criada por Darcy Ribeiro, e, dentro de sua estrutura, o Centro Integrado deEnsino Médio (CIEM), que funcionou entre 1964 e 1971 em horário integral.


Tendo como um de seus lemas “Liberdade com responsabilidade”, o CIEM oferecia práticas vocacionais, aulas de artes e exigia a redação de uma monografia, na qual cada aluno defendia uma tese na área de História.

CIEP

Na década de 1980, Darcy Ribeiro implantou no Estado do Rio de Janeiro os Centros Integrados de Educação Pública, também em horário integral, como forma de oferecer uma educação de qualidade e promover inclusão social. Na mesma época, diversas outras experiências nesse sentido foram realizadas em outros estados. Focalizamos algumas delas.

BASE CURRICULAR

Prevista na Constituição de 1988, a Base Nacional Curricular Comum (BNCC) está sendo implantada pelo MEC para universalizar a educação integral voltada para o desenvolvimento pleno dos estudantes, estimulando-os a contribuir para a transformação da sociedade.


Além de falar sobre a BNCC, focalizaremos experiências, currículos e metodologias que vêm sendo implementados no Ceará, em Pernambuco, São Paulo, Santa Catarina e outros estados.

BASE CURRICULAR

​Entre as iniciativas que têm o mesmo objetivo, o livro focalizará a Escola da Escolha, que tem como base o projeto de vida de cada aluno. Sua implantação começou em Pernambuco no ano 2000 e atualmente o projeto funciona em 17 estados da Federação. O presidente do Instituto
de Corresponsabilidade pela Educação (ICE), Marcos Magalhães, explica como foi concebida a Escola da Escolha:

[...] Desenhamos [...] uma nova escola, acolhedora, atrativa, que agregasse valor e focasse no projeto de vida do aluno. Quando construímos o currículo dessa escola, que atendesse às exigências educacionais, às habilidades socioemocionais e ao protagonismo, vimos que precisaríamos de mais tempo e chegamos ao modelo da escola em tempo integral.

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O PROJETO

O responsável pelo projeto é Antonio de Pádua Gurgel, que já coordenou e/ou editou cerca de 70 títulos, sendo autor de alguns deles. A pedido do secretário Frederico Amâncio, integrante do Conselho Nacional de Educação (CNE), a Secretaria estadual de Educação de Pernambuco está enviando vários subsídios para a Obra. Outros participantes do CNE, inclusive o ex-presidente Eduardo Deschamps e o atual, Luiz Roberto Cury, também se dispuseram a ajudar. O CNE está contribuindo com informações para a redação do livro.

 

Entre os colaboradores, pode ser citada a pedagoga Vera Lúcia Castiglioni, consultora da UNESCO e do MEC.

 

O texto será redigido em linguagem leve e acessível a alunos a partir do Ensino Médio com base na experiência de seu coordenador, assim como em pesquisas, entrevistas e depoimentos de educadores e alunos. Os 3.000 exemplares terão formato 15,5 x 22,5 cm, com capa dura e miolo de mais ou menos 300 páginas em papel couchê.

 

O projeto também pode ser apoiado por patrocínio direto.

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CONTRAPARTIDAS SOCIAIS

10% da tiragem serão distribuídos gratuitamente entre leitores de baixa renda. Os responsáveis pelo projeto vão proferir palestra gratuita sobre o tema. Serão produzidos 100 exemplares de audiolivros, para doação a entidades que atendem pessoas com deficiência visual.

CONTRAPARTIDAS COMERCIAIS

Os patrocinadores receberão uma quantidade de exemplares proporcional ao apoio que concederem, tendo sua logomarca exibida na contracapa e nos convites alusivos ao lançamento do livro. Sua participação também será citada em todo o material de divulgação do projeto.

 

Caso haja interesse, poderá ser exibido no local do lançamento um banner dos patrocinadores, que também terão direito a usar imagens do projeto para divulgação.

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EDITOR

Antonio de Pádua Gurgel nasceu em Vitória do Espírito Santo e se formou em Comunicação pela Universidade de Brasília. Idealiza, elabora, supervisiona e executa projetos. Publicou cerca de 70 livros, inclusive O senhor das orquídeas, Vitória, Espírito Santo (em Português e Inglês), O menino da Ilha, O Brasil vai às urnas – retrato da campanha presidencial de 1989 e Jornal da década de 70, este último com a participação de Merval Pereira e Eliane Cantanhede. Coordena a Coleção Grandes Nomes do Espírito Santo, que já publicou mais de 30 livros, incluindo Rubem Braga, Nara Leão, Maysa, Padre José de Anchieta, José Carlos Oliveira e outros.