Autor: Antonio de Pádua Gurgel, 230 páginas. Registra um período marcante na história do jornalismo, antes que surgissem as empresas e as redes de comunicação hoje existentes e quando ainda nem se sonhava com a internet. Fundado a 7 de julho de 1955, inicialmente O DIÁRIO era ligado a uma ala do Partido Social Democrático (PSD). Seis meses mais tarde mudou de mãos e passou a defender incondicionalmente o maior adversário dos pessedistas. Entre 1955 e 1965, foi um instrumento de ação político-partidária. A partir de 1966, transformou-se numa “escolinha de jornalismo”, tendo revelado Miriam Leitão e outros grandes jornalistas brasileiros.

O Diário da Rua Sete

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